domingo, 2 de janeiro de 2011

28 de dezembro

Depois de tudo, não queria ir para casa. Ficar sozinha não era uma boa ideia.
Queria ver gente, mas também queria falar com você. Já havia te ligado uma vez, sem sucesso e estava receosa em tentar novamente.
Perto das 17 horas o meu celular toca. É você!
De tudo o que conversamos, prestei atenção somente em uma coisa. Você falou meu nome.
Aquilo me doeu profundamente. 
Eu não era mais a "minha branca".

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